23 de ago de 2016

DEFENDENDO A GUARDA MUNICIPAL DE BOM JARDIM - RJ

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22 de ago de 2016

Guardas municipais se escondem de traficantes ao tentarem ajudar homem

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Três guardas municipais e um homem se esconderam na noite desta sexta-feira (19), na base da guarda municipal, no Bairro Amambai, em Campo Grande, na antiga rodoviária da Capital depois de serem acuados por traficantes que estavam atrás do homem.
De acordo com informações, o homem, que seria usuário de drogas, teria sido ameaçado de morte e perseguido por traficantes ao ir até uma boca de fumo e encontrar sua ex-mulher no local, no Bairro Amambai.
Segundo o boletim de ocorrência registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro, por volta das 22 horas desta sexta-feira (19), o homem teria ido até uma casa conhecida pela venda de entorpecentes, no Bairro Amambai quando ao entrar no local encontrou sua ex-mulher, também usuária de drogas, no local.
Em um ataque de fúria teria ameaçado os traficantes da residência de que os denunciaria a polícia, momento em que fugiu do local indo em direção à antiga rodoviária onde consumiu a droga comprada na residência.
O homem ainda afirmou que teria esquecido os documentos na antiga rodoviária e teria resolvido voltar para buscar, quando percebeu que os traficantes estavam atrás dele. A vítima fugiu e escondeu-se na base da guarda municipal.
No prédio estavam três guardas municipais que junto da vítima acabaram se escondendo no prédio, sendo acuados pelos traficantes que ficaram dando voltas em torno da base. Os autores foram embora, momento em que os guardas e o homem puderam sair da base.
http://www.midiamax.com.br/policia/guardas-municipais-se-escondem-traficantes-tentar-ajudar-312577

Gama direciona ocorrências à PM

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A Gama (Guarda Armada Municipal de Americana) tem deixado de atender ocorrências e pedido que as vítimas acionem a PM (Polícia Militar). Um agente, sob condição de sigilo, afirmou que até 40 chamados são ignorados por dia devido à falta de efetivo ou veículos. A prefeitura informou que 47% do efetivo da Gama estava de braços cruzados ontem, em razão da greve iniciada no último dia 9 por conta do atraso no pagamento dos salários do funcionalismo.
"Temos dois carros rodando na rua. Que jeito atender a cidade toda? O que dá para pegar são casos mais urgentes e ocorrências maiores", disse o agente.
O oficial explicou que são escolhidos crimes de roubo a patrimônio e ocorrências mais graves para serem atendidas pela Gama.
O comerciante Vagner Sussai, 41, confirmou a denúncia. Ele contou que acionou a Gama segunda-feira e foi informado que o atendimento não seria realizado por falta de efetivo e condições, em razão da greve.
"A gente entende que não é culpa da corporação. Eles são extremamente bem educados e eficientes. Mas o atendimento não aconteceu. Do jeito que estão as coisas, não sei nem se eles têm combustível nos carros", disse Sussai.
O major da PM Rogério Nascimento Takiuchi disse que não identificou aumento no número de chamados. "Não fez diferença para nós, mesmo porque a Gama não tem responsabilidade de atender as ocorrências. Eles atendem o que eles querem. Então, eu tenho que receber todas e prestar o serviço para sociedade. Tenho que triar as emergências, mas constitucionalmente não posso negar o atendimento. Sempre estamos a postos para atender a sociedade", afirmou Takiuchi.
A prefeitura informou, em nota, que apesar da greve, a Gama mantém o patrulhamento em todos os setores da cidade. "A direção da Guarda Municipal esclarece que tem feito todo o empenho para atender as ocorrências que chegam à corporação", informou.
Os servidores municipais estão em greve desde o dia 9 de agosto, em razão do atraso nos pagamentos de salários. Esta é a terceira vez no ano que os trabalhadores paralisaram os atendimentos no município. A decisão foi tomada em assembleia do SSPMA (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Americana).
Saiba mais
Diretor do sindicato dos servidores, Rogério Vanzo disse que as ocorrências têm sido prejudicadas com a greve. "As ocorrências não tem jeito (são afetadas), as turmas já são reduzidas, normalmente já tem perda de efetivo por férias, afastamento médico, em torno de 25 a 30% de escala das equipes. Então, junto com a greve piora, e tem que orientar a procurar outra corporação, não sei se estão fazendo isso (mandando procurar a PM), mas que tá afetando as ocorrências com certeza, um pouco que entra de greve afeta".

http://portal.tododia.uol.com.br/_conteudo/2016/08/cidades/117971-gama-direciona-ocorrencias-a-pm.php

Proposta de armar a Guarda Municipal divide candidatos à prefeitura do Rio

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Dos 10, quatro deles são a favor da medida, possível graças ao polêmico estatuto das guardas municipais, lei federal aprovada em 2014 que é questionada no Supremo Tribunal Federal. Especialistas ouvidos pela CBN temem o aumento do número de armas nas ruas.


Um dos assuntos mais polêmicos da corrida eleitoral é a proposta de armar os 7.500 guardas municipais da prefeitura do Rio. A CBN ouviu todos os candidatos sobre esse assunto. Quatro deles se posicionaram a favor: Carlos Osório, do PSDB, Flávio Bolsonaro, do PSC, Índio da Costa, do PSD, e Pedro Paulo, do PMDB.

Os outros seis disseram ser contra o uso de armas de fogo pelos guardas municipais: Alessandro Molon, da Rede, Carmen Migueles, do Partido Novo, Cyro Garcia, do PSTU, Jandira Feghali, do PCdoB, Marcelo Crivella, do PRB, e Marcelo Freixo, do PSOL. O debate ocorre por causa de uma lei federal aprovada em 2014, que autoriza o uso de armas de fogo pelas guardas municipais em cidades com mais de 500 mil habitantes.

A cientista social Silvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Cândido Mendes, vê com apreensão esta possibilidade.

"Os candidatos precisam ser mais criativos, mais responsáveis, no sentido de integrar as polícias com a Guarda. A primeira proposta é combater bandidos armando a guarda? Acho que não é disso que o Rio precisa. O Rio precisa de tecnologia, policiamento de proximidade e resgate da confiança", afirmou a pesquisadora.

Já o Sindicato dos Servidores Públicos do Município do Rio, que representa a Guarda, defende o uso de armas de fogo pelos agentes. Segundo Frederico Sanches, diretor jurídico do Sindicato, o armamento dos guardas poderá contribuir para melhoria dos indicadores de segurança, mas, antes, precisa ser reformulada.

"Hoje, a Guarda Municipal é comandada por um PM. É necessário que seja um guarda de carreira, é uma esquizofrenia o que se tem no Rio de Janeiro. Muitos entendem que a Guarda Municipal não é de segurança pública", opinou Frederico.

O ex-chefe do Estado Maior da PM Robson Rodrigues acredita que uma polícia municipal pode ser razoável, desde que existam mecanismos eficientes de divisão de atribuições das corporações. Ele defende a participação dos municípios na gestão da segurança.

"Não existe ainda uma consciência adequada do problema. Quando prevalece uma visão reducionista de segurança pública, entendendo-a como uma responsabilidade somente do estado, nesse ponto que toda fragilidade do sistema se expõe. Outros entes federativos não reconhecem seu papel", disse Robson.

Embora seja uma atribuição do governo do estado, a segurança pública é um tema importante nas eleições municipais, em face da escalada da violência na cidade neste ano. Atualmente, um guarda municipal se forma, sem o porte de arma, em três meses. A lei na qual se baseia a proposta dos candidatos é contestada no Supremo Tribunal Federal.

O processo está nas mãos do ministro Gilmar Mendes desde 2014, e pode ser julgado ainda neste ano. De modo geral, os candidatos a favor do armamento da Guarda prometem rigor no treinamento dos servidores. Os contrários, por sua vez, temem o aumento de tiroteios com mais armas nas ruas. 

Confira a posição de cada candidato sobre o tema

Alessandro Molon (Rede)

"A ação da prefeitura pode ser decisiva para fazer do Rio uma cidade mais segura. No entanto, isso não passa por entregar armas letais para guardas municipais, que não é treinada nem habilitada para isso. Pela Constituição, Guarda não é polícia. Entregar armas para guardas municipais vai aumentar o número de tiroteios de crimes praticados contra eles, para que suas armas sejam roubadas". 

Carmem Migueles (Partido Novo)

"A guarda municipal não tem a função especifica de combater o crime, mas de garantir a segurança patrimonial das instalações e a ordem pública. Dado o contexto de violência extremada no qual nos encontramos, acreditamos que equipar a guarda com armas não letais e com equipamentos de defesa pessoal é importante para aumentar a efetividade em prevenção primária e garantir a segurança dos agentes. A defesa da vida (dos agentes e dos civis) é o foco central da questão. Essa é a preocupação das associações de guardas municipais. A preocupação é justa e compartilhamos dela. Mas armas letais não são o caminho para resolver o problema e podem aumentar o risco". 

Carlos Osório (PSDB)

"A Guarda Municipal foi abandonada pela atual gestão da Prefeitura. Nossos guardas estão desmotivados, sem condições adequadas de trabalho e sem respaldo da administração municipal. Nesse momento de gravíssima crise da segurança pública, é inaceitável que a guarda não esteja cumprindo plenamente seu papel de proteger a população e o patrimônio público. Nossa proposta é implantar a lei federal 13.022, que criou o Estatuto das Guardas Municipais, aumentando suas responsabilidades e empoderando a atuação nas ruas. Vamos iniciar o processo de armamento da guarda com rigor no treinamento e em articulação com as forças de segurança do estado". 

Cyro Garcia (PSTU)

"Sou absolutamente contra que a Guarda Municipal utilize armas de qualquer tipo. O que temos visto pelas ruas do Rio, é que a GM tem como um de suas principais tarefas, reprimir o povo pobre que ganha a vida como camelô. São frequentes as cenas de repressão no calçadão de Madureira e na Uruguaiana". 

Flávio Bolsonaro (PSC)

"Não faz sentido vermos bairros com problemas históricos de efetivo para policiamento e ao mesmo tempo ver a Prefeitura do Rio, com a possibilidade de usar a guarda, não fazer nada. A Guarda pode trabalhar em parceria com as polícias, seguindo a tendência mundial de municipalização da Segurança Pública. Precisamos treinar e habilitar os guardas municipais para, se for necessário, portar armas de fogo e trabalhar em defesa da vida, da proteção ao cidadão carioca". 

Índio da Costa (PSD)

"O Rio é uma cidade vítima permanente de violência e crime há anos. Como se explica a prefeitura não participar da política de segurança pública, como têm feito o Eduardo Paes e o Pedro Paulo? A Lei 13.022 de 2014 dá novo papel à Guarda Municipal. É necessário que a corporação esteja treinada e equipada. Predominantemente desarmada. Mas estará treinada para, quando existir a necessidade eventual, de estar armada. Em grandes eventos e situações especiais".

Jandira Feghali (PCdoB)

"Sou contra o armamento. A prefeitura precisa assumir suas responsabilidades com a vida das pessoas e para isso é preciso integrar as políticas de segurança nos três níveis de governo. Vou implementar a "Política Preventiva de delitos de rua e violência contra a pessoa", trabalhando a cultura da não violência e da prevenção, como iluminação pública, horário estendido nas escolas, oportunidade para juventude, ocupação do espaço público com arte e lazer, além de geração de trabalho e renda nos territórios mais vulneráveis".

Marcelo Crivella (PRB)

"Precisamos redirecionar imediatamente o foco da Guarda Municipal (que hoje se dedica majoritariamente à zeladoria de prédios municipais, à aplicação de multas e ao combate ao comércio ambulante) às operações de policiamento comunitário e vigilância ostensiva da cidade. Vamos criar um programa de requalificação dos guardas,voltado para o uso adequado de armas não letais".

Marcelo Freixo (PSOL)

"Somos contra o armamento da Guarda Municipal. O Rio não precisa de mais armas na rua. Muito pelo contrário: todos os estudos concluem que a violência diminui na medida em que se reduz a quantidade de armas em circulação. O Rio precisa aprimorar os seus mecanismos de controle das armas que hoje circulam sem qualquer fiscalização. A Guarda não pode ser dirigida por policiais, e deve ser valorizada com plano de cargos e salários".

Pedro Paulo (PMDB)

“Falar só de armamento é reduzir a dimensão da proposta que temos para segurança urbana, que chamamos de 'Guarda Presente'. O armamento é a participação da prefeitura na segurança pública. Iremos definir locais, em parceria com a PM, de forma parecida com as Operações Centro Presente e Lapa Presente. Os guardas vão andar em duplas ou trios, nas áreas de mais riscos. Não vamos dar o porte de arma para 7.000 guardas. Ele irá receber a arma na base às 08h, e irá devolvê-la às 18h.No futuro, o guarda municipal vai ser o responsável pelo policiamento preventivo”




http://cbn.globoradio.globo.com/grandescoberturas/eleicoes-2016/2016/08/19/PROPOSTA-DE-ARMAR-A-GUARDA-MUNICIPAL-DIVIDE-CANDIDATOS-A-PREFEITURA-DO-RIO.htm

Guardas municipais fazem prova para curso que habilita a ter porte de arma

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A prova objetiva do processo seletivo interno docurso de Patrulheiro da Guarda Civil Municipal de Campo Grande será neste domingo (21), naEscola Municipal Professor Arlindo Lima, localizada na Rua Barão do Rio Branco, 2.469. Os aprovados farão o curso que vai capacitar 180 guardas civis municipais para habilitação e uso do porte de arma de fogo. A data da prova foi publicada no Diário Oficial do município nesta sexta-feira (19). A prova terá início às 8 horas com duração de quatro horas.

Segundo a Prefeitura, ainda não está definida a data de início do curso. O município informou apenas que um projeto prevê a aquisição de pelo menos 200 coletes balísticos, que serão distribuídos aos Guardas Municipais que atuarão na atividade de patrulhamento preventivo, após a capacitação.

Ao todo, são 275 revólveres que foram entregues pela Polícia Militar em junho deste ano. Com as armas estão os respectivos registros e após a conclusão do curso de patrulheiro, elas serão distribuídas para os guardas que tiverem bom aproveitamento. Após o curso, os formandos receberão um Kit composto de revólveres, coletes balístico nível III A e porte funcional para contribuir para a efetivação da atividade de patrulhamento preventivo. Na ocasião da entrega do armamento, a informação foi de que o curso teria duração de 600 horas com previsão de ser concluído em novembro.

Na quarta-feira (17) foi implementado no CCO (Centro de Controle Operacional), que é o sistema de comunicação de rádio digital, para cobrir toda área de Campo Grande. Segundo a Prefeitura, todas as viaturas já possuem o equipamento com esta tecnologia, facilitando assim as comunicações internas e agilizando o atendimento à população. Já está em processo licitatório, a aquisição de mais de 1.200 boinas e braçais com as iniciais da GCM com a cor “Azul Marinho”.




http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/guardas-municipais-fazem-prova-para-curso-que-habilita-a-ter-porte-de-arma